Amorbrazil -
Agéncia de Casamento, Agéncia de Matrimoniais, Agéncia de Europeus
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para mulheres gratuito!
Você já pensou em encontrar seu cara metade da Europa? Sonhou em seu
príncipe estrangeiro? Gostou de encontrar um homem sério e educado da Alemanha,
Suíça ou Áustria?
Você já conhece a agência matrimonial com nome Amorbrazil?
Já muitos anos ajudamos as mulheres do Brasil
encontrar um namorado da Europa.
Os homens da Europa têm um problema: eles trabalham demais. As mulheres
da Europa gostam dos homens que tem sucesso. Mais não pensam em criar a própria
família. Eles gostam de namorar um homem rico sem pensar
Nossa agência matrimonial, Amorbrazil, está tentando fazer esses homens
felizes. As mulheres do Brasil são românticas, carinhosas, cheio de amor e
gostam dos homens verdadeiros que amam a família sobre tudo. As Brasileiras
adoram de namorar, mas querem um relacionamento sério. Elas gostam de viajar e
conhecer outros paises, de aprender outras línguas e conhecer culturas
estrangeiras. Muitas mulheres do Brasil nos contam sobre as experiências delas
com os homens daqui. Falaram sobre a desilusão quando um homem as enganou. Elas
querem um homem sincero e fiel. Paixão e importante, mas mais importante e a
amizade que fica para sempre. Um homem sério e educado que gosta de conversar
com você e quer conhecer seus sonhos e dificuldades da vida é uma base para
criar a própria família.
Temos um cadastro gratuito em nossa página para Brasileiras que querem
encontrar a alma gêmea da Alemanha, Suíça ou Áustria. Se você já pensou em
encontrar um namorado estrangeiro aqui no Brasil e casar com um Europeu e morar
na Europa, então aqui e sua chance de realizar seus sonhos de amor. Você pode
entrar em nossa página www.amorbrazil.com.br para fazer o seu cadastro
online. Você só precisa alguns minutos do seu tempo e
cinco fotos suas para se cadastrar. Depois traduzimos seus textos e publicamos
em nossa página na Europa. Também, traduzimos os e-mails dos homens da Europa e
mandamos para você. Se você gosta de encontrar um homem ele viajara para o
Brasil para lhe encontrar. Normalmente, os homens convidaram as mulheres para
fazer alguns dias das férias aqui
Se você quer saber mais, por favor, entre em
nossa página para ler as perguntas
freqüentas. Essa página tem todas as informações importantes sobre a
Amorbrazil e como você pode encontrar sua alma gêmea. Você não precisa medo de
encontrar um homem da Europa com Amorbrazil. Escolhemos nossos clientes com cuidado.
A Amorbrazil.
é uma empresa brasileira que trabalha com muito cuidado.
Se você tem mais perguntas ou duvidas, entre
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Sobre o Amor |
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De vez em quando o diabo me aparece e tenho longas conversas com ele. Outro dia percebi que era ele quando notei que trazia na sua mão
direita o martelo e, na esquerda, a bigorna. A coisa que estava sobre a bigorna ma parecia feita de louça, um
bibelô delicado e frágil, e lamentei que o diabo fosse esmigalhá-la. - Que é isso que você vai bater? Acho que vai se partir em mil
pedaços... - Não tenho outra alternativa - ele me
respondeu - é parte de uma aposta que fiz com Deus. Este bibelô delicado é o
casamento. E você pode estar certo: não resistirá ao ferro do meu martelo! Como meu silêncio indicasse minha disposição em ouvi-lo, ele continuou
a falar: - Se ponho o casamento na bigorna é justamente para provar que a
receita do Criador não funciona. A minha é muito mais eficaz. O que digo pode
parecer estranho, mas você me dará razão se ouvir a minha história. Quando
Deus disse que não era bom que o homem estivesse só, e melhor seria que ele
tivesse uma mulher, eu concordei. Quando Deus disse que esta união deveria
ser sem fim, até a morte, eu aplaudi. Mas aí apareceu o pomo da discórdia.
Para colar o homem na mulher, Deus foi buscar uma bisnaguinha
de amor. Protestei. Argumentei: - Senhor! Amor é coisa muito fraca, de duração efêmera! Quem é colado
com amor logo se separa! Amor é um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que ,
a qualquer momento, ele pode voar. Como construir uma união com cola tão fraquinha? Qualquer tolo sabe que o pássaro só fica se estiver na gaiola. O amor é cola fraca para produzir um casamento duradouro porque no
amor vive o maior inimigo da estabilidade: a liberdade. É preciso que o pássaro aprenda que é inútil bater as asas. Um casamento duradouro é aquele que o homem e a mulher perderam as
ilusões do amor. Ciúme é a consciência dolorosa de que o objeto amado não é posse: ele
pode voar a qualquer momento. Por isso o amor é doloroso e cheio de
incertezas. Perplexo, lhe perguntei então: - Qual foi então sua proposta? Que cola deveria ser usada? Ele sorriu, confiante, e respondeu: - O ódio. Enganam-se aqueles que dizem que o ódio separa. A verdade é
que o ódio junta as pessoas. O ódio é como um vulcão. Não se apaga nunca. Por
fora pode parecer adormecido. Mas no fundo as chamas crepitam. A diferença entre
os dois? O amor, por causa da liberdade, abre mão e deixa o outro ir. No amor
existe a permanente possibilidade da separação. No ódio não. O ódio segura.
Não tenha dúvidas. Os casamentos mais sólidos são baseados no ódio. E sabe porque o ódio não deixa ir? Porque ele não suporta a
fantasia do outro voando livre, feliz. O ódio constrói
gaiolas, e ali ficam os dois, moendo-se mutuamente numa máquina de
moer carne, que gira sem parar, cada um se nutrindo da infelicidade que pode
causar no outro. As pessoas
ficam juntas para se torturarem. Rubem Alvez |
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Joaquim: O
amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha
certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões
de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome. O amor comeu minhas roupas, meus lenços,
minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a
medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O
amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos. O amor comeu meus remédios, minhas receitas
médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas,
minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de
urina. O amor comeu na estante todos
os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de
prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as
palavras que poderiam se juntar em versos.
Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha,
escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de
meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor
de água de fogo morto mas que parecia uma usina. O amor comeu as frutas postas sobre a mesa.
Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido.
Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água. O amor voltou para comer os papéis onde
irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome. O amor roeu minha infância, de dedos sujos
de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o
menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis,
andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina
do largo, com os primos que tudo sabiam sobre
passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel. O amor comeu meu Estado e minha cidade.
Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de
folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros
regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas
chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até
essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso. O amor comeu até os dias ainda não
anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de
adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam.
Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu
as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala. O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu
dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de
cabeça, meu medo da morte. João
Cabral de Melo Neto |
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As sem-razões do amor Eu te amo porque te amo, Não
precisas ser amante, e nem sempre
sabes sê-lo. Eu te amo porque te amo. Amor é estado de graça e com amor não
se paga. Amor é dado de graça, é
semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a
regulamentos vários. Eu te amo porque
não amo bastante ou demais a mim. Porque amor não se troca, não se conjuga
nem se ama. Porque amor é amor a nada, feliz e forte Carlos
Drummond de Andrade |
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O Amor Acontece
O amor acontece em vidas que se encontram e se apaixonam. Vale
a pena amar, viver e ser feliz. A vida passa, a fila anda e o amor escapa. Um
grande amor pode surgir. É importante o prazer da oportunidade para amar,
viver e ser feliz. É importante o prazer de uma nova chance. Vale a pena
deixar o amor acontecer. Gleidson
Melo |